Marvão: Quinzena Gastronómica do Cabrito e do Borrego

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De 07 a 21 de Abril, em ppleno período pascal,  o Município de Marvão promove a 12ª edição da Quinzena Gastronómica do Cabrito e do Borrego, confecionados com base em receitas tradicionais.
Costeletas de borrego com molho de hortelã, cabrito de cachafrito, chanfana de cabrito, perna de borrego leital com castanhas e cebolinhas, ensopado de borrego na caçarola, borrego assado no forno, ou as tradicionais sopas de sarapatel, são alguns dos pratos que poderá apreciar, em Marvão, nesta quadra festiva.

Ponte
Imagem na info municipal
Não deixe de visitar esta Ponte Quinenhtista, a Fortificação e o Pelourinho, o Chafurdão e a Choça, a Torre de Portagem, os Menires e as Antas, a Cidade Romana de Ammaia e muito mais, que lhe vai ocupar mais de um dia. Por isso, a sugestão é: comer, beber, passear, conhecer, descansar. Best rates
À ida ou no regresso, uma paragem em Constância é aconselhada para mudar a pausagem da estrada.

QUINZENAS GASTRONÓMICAS

Para que o turista encontre durante todo o ano, nos restaurantes do concelho, a gastronomia e a doçaria típica, promovem-se diversas iniciativas como:

Comidas d’Azeite – Comeres do Lagar – Os restaurantes aderentes têm nas suas ementas os pratos outrora cozinhados nos lagares, em épocas de laboração: os enchidos como entrada os petiscos azeitados, a sopa gata,  o bacalhau com couves bem regado com azeite novo como segundo prato, a carne de porco frita com migas de batata e de sobremesa e as célebres tibornas.

Quinzena Gastronómica do Cabrito e do Borrego – Esta iniciativa realiza-se na semana que antecede a Semana Santa e na semana posterior, em que os restaurantes aderentes servem pratos como o “Ratatau” (Cabrito ou Borrego gizado com batatas), as Mioladas, ou o Cabrito de Cachafrito.

Quinzena Gastronómica do Bacalhau – Marvão tem uma oferta diversificada ao nível da restauração, localiza-se junto à fronteira espanhola, o bacalhau é um ingrediente de referência da gastronomia portuguesa, e muito apreciado pelos turistas espanhóis que nos visitam. As mil e uma maneiras de fazer bacalhau, podem ser degustadas, devidamente acompanhadas pelo bom vinho produzido na nossa terra, e temperado com o excelente azeite (azeitona galega), também produzido nos nossos lagares. Esta iniciativa do Município de Marvão realiza-se em maio, e pretende promover o destino gastronómico e realçar os nossos produtos endógenos.

Quinzena Gastronómica da Castanha – Realiza-se em novembro, incentivando a utilização da castanha e a confeção de pratos e doces deliciosos e bem originais.

Quinzena Gastronómica da Caça – Realiza-se em dezembro, altura em que os restaurantes aderentes vão apresentar um conjunto de saberes e de sabores, e oferecer, durante duas semanas, os melhores pratos de caça da região. Constitui também uma homenagem a todos os caçadores que respeitam as regras da natureza e o equilíbrio socioeconómico desta nobre atividade. Da tradicional canja de perdiz, passando pelo coelho de cachafrito e pelo arroz de lebre, até às novas propostas, como  o aveludado de shitake com castanhas e crocante de linguiça de caça, a empada de perdiz e a desfiada de caça com queijo fresco.

Como doçaria típica do concelho temos ainda as boleimas de maçã, os bolos fintos ou de festa, o arroz doce, os escaldados, as rosquilhas e as broas de mel, acompanhados dos licores tradicionais de noz, de castanha, de figo chumbo, etc.

Relativamente ao artesanato, o concelho tem uma tradição bastante peculiar, que são os bordados com casca de castanha, para além dos cestos, escadas em madeira de castanho e trabalhos de arte pastoril.”

 

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Enchidos, Medronho e Doçaria de Monchique

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1º fim-de-semana de Março
É um dos eventos mais importantes do sul do país e conta com mais de meia centena de expositores. Pretende dar a conhecer e promover a salsicharia artesanal serrana derivada de carne de porco preto e produzida segundo os métodos tradicionais da região, bem como, constituir um pólo de divulgação e valorização de outros produtos da serra como a tradicional aguardente de medronho, a doçaria caseira, típica da região, o mel, os licores e o artesanato.


Venha conhecer com mais tempo
A Feira dos Enchidos desenvolve-se em torno do certame de exposição e venda de enchidos e outros produtos tradicionais e tem lugar no Heliporto Municipal.
Durante os dois dias do evento nunca falta animação musical. (info CMM)


Imagem copiada do site da CMM
Os fontanários de Monchique constituem elementos de significativo valor histórico, arquitectónico e urbanístico e atraem muitos visitantes que nos procuram pela qualidade da água.
Muitas das fontes e minas existentes em Monchique já foram alvo de intervenção pois é importante revitalizar estes espaços e oferecer aos munícipes e visitantes uma fonte alternativa de água com boa qualidade.
Visitar a serra de Monchique, é visitar uma zona serrana com uma grande diversidade vegetal e clima suave, carinhosamente apelidado de “Jardim do Algarve“. Património natural que induz à contemplação. Ribeiros cristalinos que desenham meandros no fundo de vales escarpados. Dotada de elevada qualidade ambiental, a frescura da serra apresenta-se como um contraponto ao caloroso litoral algarvio e Baixo Alentejo.
Todos os anos, a 25 de Março, a paróquia de Marmelete recorda a Nossa Senhora da Encarnação levando a efeito, na Igreja com o mesmo nome, uma missa em sua honra.

Não deixe de visitar a aldeia do concelho com um único habitante: Barbelote
Qualquer altura do ano é boa para visitar esta tradicional terra algarvia, apreciar o seu património e participar em feiras, eventos e romarias. Para assegurar vaga o mais próximo possível, reserve com antecedência o seu alojamento em Monchique.

Nota

Homofonia de Seia

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Cear em Seia

Consoante as regiões assim mudam os nomes, os hábitos, as tradições.

Talvez por influência do meu pai que, (apesar de não saber ler nem escrever, esteve emigrado nos Pirinéus , creio que na raia francesa, de onde regressou após dois anos, com dinheiro suficiente para comprar uns campos de lavoura, mostrando assim, ao meu avô, que eu não conheci, que tinha condições para casar com a sua filha) na casa onde nasci eram tomadas as seguintes refeições (quando possível):

Dejun adoiro: talvez uma adaptação do “déjeuner” francês, ou “desjejuar” era o pequeno-almoço.

Comer, era o almoço; Merenda era a bucha da tarde e Ceia era o jantar , geralmente constituído por uma sopa forte e brôa.

Na língua espanhola “Cena” é o jantar.

Isto a propósito de Oppidum Sena, antiga cidade de Sena, hoje Seia, fundada há cerca de 2400 anos, pelos Túrdulos.

Dominada pelos árabes durante muito tempo, foi definitivamente reconquistada por D. Fernando Magno, em 1055, tendo mandado edificar o seu castelo. A crónica do monge Silas relata a violência do ataque e como os Godos puseram em fuga desordenada os ocupantes da Oppidum Sena (cidade de Sena) em direcção à Oppidum Visense (cidade de Viseu) (Wikipédia)

Nas margens do rio Alva, a menos de uma dezena quilómetros de Seia, nas antigas instalações da Central Hidroeléctrica da Senhora do Desterro , situa-se o Museu Natural da Electricidade, em funcionamento desde Abril de 2011.

Seia- Portugal:

Na região, no início do século XX, os homens perceberam que a água, que caía sob a forma de «tapetes» de neve e películas de gelo, e que corria serra abaixo, podia ser aproveitada para gerar electricidade (por Ana Clara).

Dos “Sabores da Montanha”, destacam-se Cabrito à Serrana, Caldeirada de Cabrito, Grelos à Pastor, Míscaros, e muito mais.

A oferta hoteleira não é grande, mas é de muito boa qualidade, pelo que a procura supera, por vezes a oferta. Como tal, é aconselhável uma reserva prévia.

Festival da Truta do Rio Paiva

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Vila Nova de Paiva, 3 a 6 de Junho 2016
A gastronomia carece em divulgação o que sobra em apuro palatal: do javali, coelho guisado com carqueja, truta com molho de escabeche, carneiro ensopado, cabrito de caldeirada aos defumados de Pendilhe e doces – papas de relão, pão de ovos e cavacas na Páscoa, caldo de abóbora com leite. Pão é mistura de centeio e milho – que é a broa daqui –, o de centeio é mais para o Outono, pois o milho mói-se com dificuldade, e ainda se encontra um raro trigo de Barrelas. O mel há em Pendilhe e o queijo de cabra em Touro.

Banhado pelos Rios Vouga, Paiva, Côvo e Mau, o Concelho de Vila Nova de Paiva tem nas suas linhas de água uma enorme fonte de riqueza, paisagística, e económica, com impacto significativo nas áreas do lazer e do turismo.
Ao longo dos cursos de água existem diversas áreas vocacionadas para o lazer, nomeadamente as praias fluviais.

“Região admirável é esta para uma e outra cousa. Nos montes, se criam com abundância lebres, coelhos e perdizes; nas matas e pinhais, a rola; nos campos, as codornizes; e na serra, além da perdiz, a galinhola, os pombos e os patos bravos.
Para passar uns dias de repouso nos Moinhos da Tia Antoninha, clique sobre a imagem.

5 Museus de Portugal

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18 de Maio: Dia Internacional dos Museus


Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

A Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves é um espaço museológico da cidade de Lisboa onde se lembra o coleccionador Anastácio Gonçalves. Compreende cerca de 2.000 obras de arte que se distribuem por três grandes núcleos: pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, porcelana chinesa e mobiliário português e estrangeiro. Existem ainda importantes secções de ourivesaria civil, pintura europeia, escultura portuguesa, cerâmica europeia e oriental, têxteis, numismática, medalhística, vidros e relógios de bolso de fabrico suíço e francês. Para além das obras reunidas pelo coleccionador, a Casa-Museu encerra ainda um núcleo de pintura contemporânea portuguesa e um número significativo de objectos pertencentes ao espólio do pintor Silva Porto.

Imagem</> Imagem do Museu, by Adelaide Cavaco in Pinterest

The Casa-Museu Dr. Anastacio Goncalves is a museum space in Lisbon where the collector Anastacio Goncalves is remembered . The collection assembled by Dr. Anastacio Goncalves comprises about 2,000 works of art spread over three major classes: Portuguese painting of the nineteenth and twentieth centuries, chinese porcelain and portuguese and foreign furniture. There are also important sections of civil jewelery, european painting, portuguese sculpture, european and oriental ceramics, textiles, coins, medals, glasses and pocket watches of swiss and french manufacture. In addition to the works collected by the collector, the House – Museum also contains a core of portuguese contemporary painting and a significant number of objects belonging to the assets of the painter Silva Porto.
Direção-Geral do Património CulturalContactosEndereço: Avenida 5 de Outubro, 6-8 1050-055 Lisboa

Museu Grão Vasco

Este espaço museológico de Viseu possui um acervo que inclui obras de arte de diversa tipologia e cronologia. A colecção principal do Museu é constituída por um conjunto notável de pinturas de retábulo, provenientes da Catedral, de igrejas da região e de depósitos de outros museus, da autoria de Vasco Fernandes (c. 1475-1542), o Grão Vasco, de colaboradores e contemporâneos. O acervo inclui ainda objectos e suportes figurativos originalmente destinados a práticas litúrgicas (pintura, escultura, ourivesaria e marfins, do Românico ao Barroco), maioritariamente provenientes da Catedral e de igrejas da região, a que acrescem peças de arqueologia, uma colecção importante de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, exemplares de faiança portuguesa, porcelana oriental e mobiliário.

Imagem de Centro de Portugal em Pinterest

Imagem de Centro de Portugal em Pinterest


This museum space of Viseu has a collection that includes works of art from diverse typology and chronology. The main collection of the museum consists of a remarkable group of paintings of altarpiece from the Cathedral, from churches of the region and from other museums, painted by Vasco Fernandes (c. 1475-1542), the Grand Vasco, employees and other contemporary artists. The collection also includes objects and figurative supporters originally intended for liturgical practices (painting, sculpture, jewelery and ivories, from Romanesque to Baroque), mostly from the Cathedral and churches in the region. Pieces of archeology, an important collection of portuguese paintings of the nineteenth and twentieth centuries, copies of portuguese faience, oriental porcelain and furniture.
Direção-Geral do Património CulturalContactos
Endereço: Adro da Sé 3500-195 Viseu Telefone(s): +351 232 422 049 Fax: +351 232 421 241 E-Mail: geral@mgraovasco.dgpc.pt
Museu Monográfico de Conímbriga
O Museu Monográfico de Conímbriga tem como missão tutelar as Ruínas, promover a sua exposição ao público e prosseguir a investigação arqueológica; o seu acervo é exclusivamente composto pelos materiais arqueológicos recolhidos na cidade. A actual exposição permanente apresenta os objectos de uso quotidiano, dispostos por tema, evoca o forum monumental, a riqueza das domus, a pujança do seu comércio, a religião e crendices da população romanizada e a presença suevo-visigótica. Os mosaicos, preservados in situ, constituem uma grande e importante colecção muito apreciada pelos visitantes. A Casa dos Repuxos, possui uma área pavimentada de mosaico com 569 m2, importantes vestígios de pintura mural, um peristilo central ajardinado com um lago e jogos de água que o tornam único.

Encontrado em foursquare.com através de Pinterest

Encontrado em foursquare.com através de Pinterest

The mission of the Conímbriga Museum is to protect the ruins, enhancing their exposure to the public and carry on the archaeological investigation. It’s collection is composed exclusively of archaeological materials collected in the city.The current permanent exhibition presents objects that are used day-by-day, arranged by theme, evokes the monumental forum, the wealth of the domus, the strength of the trade, religion and beliefs of the Romanized population and the Swabian – Visigothic presence .The mosaics preserved “in situ” , constitute a large and important collection highly appreciated by visitors .The House of Fountains , has an area with 569 m2 paved with mosaic, important traces of mural painting, a central peristyle garden with a lake and water features that make it unique .

Direção Regional do Património CulturalEndereço: Conímbriga 3150-220 Condeixa-a-Velha Telefone(s): +351 239 941 177 Fax: +351 239 941 474 E-Mail: geral@conimbriga.dgpc.ptSite: http://www.conimbriga.pt

Museu Nacional de Soares dos ReisDesde a origem e ao longo de todo o século XIX, o Museu Nacional de Soares dos Reis foi-se constituindo com base em coleções de pintura e escultura. Nos anos 30 do século XX foi enriquecido com o depósito do Museu Municipal do Porto e com o alargamento das coleções às Artes Decorativas. No âmbito das Artes Plásticas salientam-se os núcleos de pintura e escultura do século XIX e primeira metade do XX. Nas Artes Decorativas distingue-se a cerâmica, com uma mostra de faiança nacional e porcelana oriental, e ainda peças de ourivesaria, joalharia, vidros e mobiliário dos séculos XVI a XIX.

Museu Nacional Soares dos Reis/Soares dos Reis National Museum por visitporto em Flickr (cc)

Museu Nacional Soares dos Reis/Soares dos Reis National Museum por visitporto em Flickr (cc)


From the beginning and throughout the nineteenth century, the National Museum Soares dos Reis, was constituted based on collections of painting and sculpture. In the 30s of the twentieth century it was enriched with the deposit of the Municipal Museum of Porto and with the extension of it’s collection of the Decorative Arts. In what Plastic Arts concerns, painting and sculpture from the nineteenth century and early twentieth are highlighted. In the Decorative Arts ceramics are distinguished, with a show of national faiance and oriental porcelain, and even pieces of jewelery, glass and furniture from the sixteenth to the nineteenth centuries.
Direção Regional do Património CulturalContactosEndereço: Palácio Carrancas – Rua D. Manuel II, 44 4050-342 Porto Telefone(s): +351 223 393 770 Fax: +351 222 082 851
E-Mail: divulgacao@mnsr.dgpc.pt Site: http://www.museusoaresdosreis.pt

Museu dos Rios e das Artes Marítimas, Constância
O museu dos rios e artes marítimas foi fundado a 11 de Abril de 1998. Este museu possui um acervo constituído por colecções de etnografia fluvial. O museu em questão encontra-se dividido em três espaços, sendo o primeiro dedicado á pesca, o segundo ao transporte fluvial e o terceiro á construção naval. Para além destes três espaços existe ainda uma pequena sala que representa a festa anual em honra de Nª Sª da Boa Viagem, protectora dos marítimos.
The museum rivers and maritime arts was founded on April 11, 1998, by the municipallityof Constancia. This museum has a collection representing the river ethnography. The museum in question is divided into three spaces. The first is dedicated to fishing activity, the second to the river transport and the third space is dedicated to shipbuilding. In addition to these three spaces there is a small room that represents the annual celebration in honor of N ª S ª da Boa Viagem, protector of maritime crew and travellers.
Morada /Adress Estrada Nacional nº3 Telefone / Phone 249 739 647
E-mail museu.rios@cm-constancia.pt Website cmconstancia@mail.telepac.pt Horário / Open times 14:00-17:30 Dias Utéis; 14:30-17:30Encerramento /Closing Segunda Feira / Monday
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Recriação de divindade camoniana em Lisboa

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Pomonas Camonianas de Constância recriadas em Lisboa

No próximo dia 18 de Maio, a TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, o Município de Constância e o Agrupamento de Escolas de Constância vão ao Intendente, em Lisboa, promover a tradição anual constanciense das Pomonas Camonianas.

Recriar o ambiente que se vive na vila de Constância no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, invocando a época do poeta, é o intuito da organização. Entre as 15h30 e as 18h, o Largo do Intendente será preenchido por danças quinhentistas, acrobacias e por algumas bancas de frutas e flores, mencionadas na obra de Luís de Camões, numa dinamização a cargo dos alunos do Agrupamento de Escolas de Constância.

Em Junhoacontece aqui

Jardim-Horto de Camoes Consancia

Com esta iniciativa pretende-se atrair visitantes para a homenagem anual que a Vila Poema faz a Luís de Camões, vestindo Constância à época dos Descobrimentos para a realização de um mercado quinhentista, teatro de rua, animação d’ época, uma feira de antiguidades e velharias, um cortejo, exposições, entre outras actividades.

Pomona, na mitologia romana, era a divindade que presidia à florescência das plantas e ao crescimento dos frutos, e que é invocada pelo épico na sua obra, por esse motivo dá nome ao evento constanciense.

Para ficar alojado, clique sobre a foto

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A acção promocional irá acontecer na recém inaugurada Produtos e Territórios – Loja do Intendente, que resulta da parceria de seis Associações de Desenvolvimento Local (CoraNE – Terra Fria Transmontana, TERRAS DE SICÓ, PINHAL MAIOR – Pinhal Interior Sul, ADER-AL – Norte Alentejo, MONTE-ACE – Alentejo Central e TAGUS – Ribatejo Interior), que se empenharam em criar uma montra dos seus territórios na capital, com o objetivo de despertar o interesse por quem está ou visita Lisboa por outras regiões do interior do país. Este espaço, apoiado pela abordagem LEADER, do Programa de Desenvolvimento Rural, está integrado no Programa dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária do Município de Lisboa.

Dia da Espiga

 

Dia da espiga ou Quinta-feira da espiga é uma celebração portuguesa que ocorre no dia da Quinta-feira da Ascensão com um passeio matinal, em que se colhe espigas de vários cereais, flores campestres e raminhos de oliveira para formar um ramo, a que se chama de espiga. Segundo a tradição o ramo deve ser colocado por detrás da porta de entrada, e só deve ser substituído por um novo no dia da espiga do ano seguinte.

O dia da espiga era também o “dia da hora” e considerado “o dia mais santo do ano”, um dia em que não se devia trabalhar. Era chamado o dia da hora porque havia uma hora, o meio-dia, em que tudo parava, “as águas dos ribeiros não correm, o leite não coalha, o pão não leveda e as folhas se cruzam”. Era nessa hora que se colhiam as plantas para fazer o ramo da espiga e também se colhiam as ervas medicinais. Em dias de trovoadas queimava-se um pouco da espiga no fogo da lareira para afastar os raios.

In: Regestum

Entre outros, os municípios de Alenquer, Beja, Cartaxo, Chamusca, Mafra, Monchique, celebram a Quinta Feira da Assunção.

Outra tradição é A Festa das Maias que se celebra em algumas regiões de Portugal no dia 1 de Maio, feriado nacional. As portas e janelas das casas ou as grelhas dos automóveis são enfeitadas com ramos de giesta amarela ou com coroas de flores chamadas maia ou maio. É um vestígio do Beltane, uma antiga festividade celta, que celebrava o início do Verão.

 

Saborear Miranda do Douro

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De 7 a 15 de maio, Miranda do Douro recebe mais uma Semana Gastronómica do Bacalhau.

Este é já um evento de referência na região transmontana que anualmente atrai milhares de visitantes ao concelho mirandês.

Tal como aconteceu em edições anteriores são vários os restaurantes que aderem a esta iniciativa, e oferecem os melhores pratos de bacalhau aos apreciadores do “fiel amigo” dos portugueses.

De referir que este é um certame organizado pela Associação Comercial e Industrial de Miranda do Douro.

Hoteis a partir de 32 Euros por noite. Clique sobre a imagem.

Após o entrudo realiza-se mais uma edição deste festival que promove os sabores genuínos. Este é o período forte do fumeiro, com a participação de vários produtores, sejam cozinhas regionais de fumeiro ou pequenas industrias, a qualidade é transversal nos enchidos apresentados.

Mas nem só de enchidos se faz este festival, a bola doce mirandesa, os frutos secos, as compotas e doces também constam do cardápio assim como tantos outros produtos.

O artesanato Mirandês também é um forte atrativo, aqui poderá adquirir uma capa mirandesa, um canivete de Palaçoulo, uma gaita de foles, enfim, uma série de objetos que fazem parte do quotidiano destas gentes.

A animação está garantida com atuações de vários grupos de pauliteiros e gaiteiros, que da sua maneira tão sui generis tornam este evento tão especial para quem o visita.

Conhecer é preciso


O Castelo de Bragança é um dos mais importantes e bem preservados castelos portugueses. Do alto dos seus muros avistam-se as serras de Montesinho e de Sanabria (a norte), a de Rebordões (a nordeste) e a de Nogueira (a oeste). OLYMPUS DIGITAL CAMERA

No concelho de Miranda do Douro realiza-se, entre 25 de Dezembro e o dia de Reis, a Festa dos Rapazes, que consiste na congregação dos rapazes solteiros da aldeia. A festa é presidida por um “juiz” ou por dois “mordomos” eleitos no último jantar desta celebração.

O grupo de rapazes ocupa-se fundamentalmente do abate de uma vitela que irá servir a primeira refeição colectiva. Esses rapazes e o gaiteiro contratado assistem à missa do galo e, um pouco antes dela acabar, saem da igreja, envergam as máscaras e os respetivos trajes e tomam posições estratégicas no sentido de forçar as pessoas que saem da missa a concentrarem-se no largo da aldeia, onde terá lugar o “colóquio”. O “colóquio” consiste na subida de um dos rapazes a um palco improvisado com carros de bois, onde tira a máscara e, em verso, dá as boas-festas aos presentes; os outros companheiros, um após outro, comentam em tom burlesco ou sarcástico os acontecimentos ocorridos durante o ano. Terminado o “colóquio”, o grupo e o gaiteiro iniciam uma visita a todos os moradores da aldeia, e estes fazem-lhes ofertas. Terminada a ronda, os rapazes juntam-se num terreno amplo, onde por vezes se disputam as roscas oferecidas aos mordomos e onde tem lugar o baile.
vitela
Plínio, historiador romano do século I, já falava deste tipo de danças. No século III o geógrafo latino Strabão refere que os celtiberos instalados junto ao Rio Douro se preparavam para os combates com danças guerreiras, onde substituíam as espadas por paus. Referimo-nos. naturalmente, aos Pauliteiros de Miranda, que actuam, geralmente no mês das Romarias, em Agosto, em Dezembro, na Festa dos Rapazes, e em Fevereiro, na Festa do Fumeiro – Sabores Mirandeses, que este ano é de 14 a 16 (info CMMD).

Os enchidos, fazem parte de um saber ancestral das donas de casa de Miranda, puro e genuíno, incomparável na mestria e no cuidado com que preparavam os enchidos regionais que ao longo do ano faziam as delícias dos convidados em dias nomeados. Souberam preservá-lo e trazê-lo até aos nossos dias.

No fim-de-semana de Carnaval, Miranda do Douro coloca à disposição dos seus visitantes aquilo que de mais tradicional possui, no Festival de Sabores Mirandeses. Os artesãos executam trabalhos genuinamente do concelho e paralelamente encontram-se os postos de vendas de produtos regionais geralmente ligados ao porco. Este fumeiro distingue-se do de outras regiões desde logo porque aquando dos temperos em vez de vinho como se faz em muitos locais, é usada água(in Câmara Municipal).
Por tudo isto, a visita a Miranda do Douro e às 17 freguesias que constituem o Concelho, em muitas das quais pode ouvir correntemente falar o mirandês, merece ser planeada. Este comparador apresenta-lhe alguns auxiliares de apoio à decisão, a partir de cerca de 30 Euros por noite.


Compreender as origens
Compreender as origens

Reservar ao melhor preço, clicando na imagem.

Olhão – Festival do Marisco

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De 9 a 14 de Agosto de 2016

Quando, em finais do século XVI, os primeiros pescadores se estabeleceram na praia de Olham e começaram a construir as suas cabanas de junco, estavam longe de imaginar que lançavam as fundações daquele que seria, em pleno século XXI, um dos bairros mais trendy e mais procurados da cidade de Olhão e de todo o Sotavento algarvio.
E, por eles, saboreamos hoje o melhor que o mar tem para nos oferecer.

Festival do Marisco, junto ao Mercado de Olhão

Ligada desde sempre ao mar, Olhão reúne um conjunto de deliciosos pratos que constituem um verdadeiro património gastronómico:

Xarém com conquilhas, Raia alhada, Vila de ameijoas, Biqueirões albardados, Litão à moda de Olhão (peixe seco que imita o bacalhau na perfeição).

 

Melgaço, terra da Lampreia, do Fumeiro e do Alvarinho

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FESTA DO ALVARINHO E DO FUMEIRO dias 22, 23 e 24 de Abril

É a satisfação de uma  curiosidade provar o Alvarinho – um vinho que, nas lojas não está acessível a todas as bolsas. Mas se lhe der umas fatias de presunto vermelhinho, uma chouriça e broa de milho como só lá sabem fazer ou mesmo umas papas de sarrabulho, como companhia, então é mais do que uma curiosidade. É uma experiência gastronómica inigualável.

Nesta edição  da Festa do Alvarinho e do Fumeiro em Melgaço,  o alvarinho e o fumeiro serão o centro das atenções.  Num só espaço a oferta é diversificada e deliciosa: 30 produtores de alvarinho, 18 de fumeiro e produtos locais, 8 tasquinhas. O certame contará ainda com a presença de 16 associações e instituições que mostraram o que de melhor de faz no artesanato. Este ano, nas novidades há a destacar os showcooking &harmonização com os chefes Vítor Matos, Marlene Vieira e Rui Paula.

 A tecelagem em Linho, a tecelagem em Lã (mantas e tapetes), as alfaias agrícolas e os canastros constituem alguns dos artigos que fazem parte da história secular do concelho.
Reserve aqui alojamento em modo seguro