Etiquetas

, ,

Cear em Seia

Consoante as regiões assim mudam os nomes, os hábitos, as tradições.

Talvez por influência do meu pai que, (apesar de não saber ler nem escrever, esteve emigrado nos Pirinéus , creio que na raia francesa, de onde regressou após dois anos, com dinheiro suficiente para comprar uns campos de lavoura, mostrando assim, ao meu avô, que eu não conheci, que tinha condições para casar com a sua filha) na casa onde nasci eram tomadas as seguintes refeições (quando possível):

Dejun adoiro: talvez uma adaptação do “déjeuner” francês, ou “desjejuar” era o pequeno-almoço.

Comer, era o almoço; Merenda era a bucha da tarde e Ceia era o jantar , geralmente constituído por uma sopa forte e brôa.

Na língua espanhola “Cena” é o jantar.

Isto a propósito de Oppidum Sena, antiga cidade de Sena, hoje Seia, fundada há cerca de 2400 anos, pelos Túrdulos.

Dominada pelos árabes durante muito tempo, foi definitivamente reconquistada por D. Fernando Magno, em 1055, tendo mandado edificar o seu castelo. A crónica do monge Silas relata a violência do ataque e como os Godos puseram em fuga desordenada os ocupantes da Oppidum Sena (cidade de Sena) em direcção à Oppidum Visense (cidade de Viseu) (Wikipédia)

Nas margens do rio Alva, a menos de uma dezena quilómetros de Seia, nas antigas instalações da Central Hidroeléctrica da Senhora do Desterro , situa-se o Museu Natural da Electricidade, em funcionamento desde Abril de 2011.

Seia- Portugal:

Na região, no início do século XX, os homens perceberam que a água, que caía sob a forma de «tapetes» de neve e películas de gelo, e que corria serra abaixo, podia ser aproveitada para gerar electricidade (por Ana Clara).

Dos “Sabores da Montanha”, destacam-se Cabrito à Serrana, Caldeirada de Cabrito, Grelos à Pastor, Míscaros, e muito mais.

A oferta hoteleira não é grande, mas é de muito boa qualidade, pelo que a procura supera, por vezes a oferta. Como tal, é aconselhável uma reserva prévia.

Anúncios